Tours

Por em 28 agosto, 2017

Através dos séculos, o espírito amável da natureza e a nobreza do homem se juntaram para forjar essa beleza real.  O sol, como numa miragem, produz uma luz particular que atrai poetas e pintores. É a harmonia entre homem e natureza se prolongando para a vida.

 

A HISTÓRIA:

Localizada no coração da França, na confluência dos rios Loire e Cher, sua posição é muito estratégica. Foi fundada pelos romanos no início do século I, com o nome de Caesarodunum ou Colina de César.

Túmulo de Saint-Martin de Tours na cripta da basílica

Uma das figuras mais marcantes da história é Saint-Martin de Tours, um militar romano, modelo de fé cristã e terceiro bispo depois de Gatien e Lidoire. Criou o  monastério beneditino de Marmoutiers, beneficiado pela proteção dos reis francos, a começar pelo Rei Clovis. Sua história fez de Tours uma vila de peregrinação em 813, e tornou-se tão importante quanto a peregrinação a Roma. Hoje, a peregrinação para Santiago de Compostela inclui Tours em uma de suas rotas.

Entre 1450 e 1550, a vila de Tours se transformou na verdadeira capital francesa. A chegada da renascença trouxe consigo muitas mansões particulares e castelos reais que contribuíram, efetivamente, para a idade de ouro artística da cidade e seus arredores. Os châteaux reais, foram financiados por famílias poderosas  que  sentiam –se à sombra do rei e queriam alcançar cargos reais. Construídos de acordo com a moda renascentista, esses châteaux  contribuíram largamente para a reputação atual do Val de Loire, o vale real. O reino dos financiadores de châteaux acabou rapidamente, quando em 1527 o rei François I decidiu se mudar  definitivamente para Paris, à procura de novas emoções. Os châteaux foram transformados então, em residências reais secundárias.

Tours é hoje uma cidade harmoniosa, seu centro mistura o novo e o antigo. Reconstruída pós-guerra, proporciona lazer, cultura, gastronomia, natureza  e beleza. É agradável, receptiva e boa de se viver.  Possui em torno de 138.000 habitantes. Seus arredores produzem vinhos de numerosas denominações, cuja qualidade de suas uvas, aroma e sabor garantem  a elegância e a autenticidade dignas de reis.

O QUE FAZER:

O centro de ajuda ao visitante fica na 78-82 Rue Bernard Palissy. Adquira aqui, os bilhetes para visitação aos castelos e jardins do Val de Loire. Você pode se deliciar com um roteiro feito de bicicleta, “Loire à Vélo”,  excursões guiadas, trem e caminhada ou ônibus. Verifique os horários.

Tours é um dos pontos de entrada para o vale dos reis, possui uma das mais belas estações de trem da França na place Maréchal-Leclerc no Centre Ville. A estação recebe trens convencionais. Uma outra estação para TGV fica há aproximadamente 3,5km do centro e se você chegar por ela encontrará à sua disposição uma navette(ônibus) que o levará, gratuitamente, ao centro de Tours. Diferente, né?

A cidade vai seduzir você com sua riqueza arquitetônica, abundância de atividades culturais e antiquários. Pode ser facilmente explorada a pé, suas avenidas largas tornaram-se um ótimo motivo para um passeio, mas outras opções atraentes se apresentam: bicicleta, segway ou o trenzinho turístico. Serenidade e tranquilidade dominam a cidade.

Seu mais antigo bairro, o Plumereau, abriga o château, a catedral, jardins históricos e mercados típicos.

O Subúrbio é bastante preservado com suas enormes mansões brancas com tetos azuis, grutas maravilhosas, monumentos pré-históricos e muito mais.

Place Plumereau

O charme desta praça, segundo os moradores, é que ela está completamente contornada por bares, restaurantes e cafés. Para mim, o verdadeiro charme está nas velhas casas de madeira do século XV que contornam toda a praça. Ela já teve vários nomes até, finalmente, ser batizada de place Plumereau, place Plume para os íntimos, em homenagem a Charles Plumereau, conselheiro Municipal de Tours em 1988.

Château de Tours

Château de Tours by Casper Moller

Situado na borda do rio Loire, no bairro mais antigo de Tours, o Plumereau,  e perto da catedral Saint-Gatien, o modesto château foi construído sobre os vestígios de uma antiga cidade no século XI. Foi modificado e expandido entre os séculos XIII e XV quando adquiriu o status de château real. No século XVIII foi quase totalmente destruído, restando apenas duas torres acomodadas num novo prédio utilizada pela armada francesa a partir de Revolução. Foi esquecido até a segunda metade do século XX quando foi restaurado.

Fica na 25 Avenue André Malraux.

Cathédral de Saint-Gatien

Conhecida também como a cathédral de Tours é um dos mais significativos edificios da região, Seu estilo é gótico e considerada uma das mais belas catedrais da França. Sua construção iniciou-se em 1170 em substituição à antiga catedral, incendiada em 1166, logo após a guerra entre Louis VII, rei da frança,  e Henry II, rei da Inglaterra.  Suas obras encerraram-se 4 séculos mais tarde,  em  1547. Os estilos  vão do primitivo gótico ao gótico  flamejante.  Contemple sua fachada! Fica na Place de la Cathédrale.

Musée des beaux-Arts

O clássico museu foi antiga moradia dos bispos interessados em se instalar o mais próximo da catedral. O lugar é de grande importância para a história da antiga Caesarodunum. Os subterráneos do museu guardam a mais bela inscrição lapidada à glória dos habitantes de Tours. Seus jardins valem uma visita.  Durante a revolução Francesa o Palácio dos Bispos foi transformado em teatro, escola central e biblioteca, antes de oficialmente ser um museu em 1801. Fica na 18 Place François Sicard.

Jardin Botanique

Localizado entre os rios Loire e Cher, este jardim possui todas as essências de um jardim de referência, um espaço para animais grandes e pequenos, uma pequena fazenda acessível ao público, um jardim de plantas medicinais, um jardim temático, um jardim que conta a história das plantas e um jardim contemporâneo. Fica na 33 Boulevard Tonnellé.

OS ARREDORES (BATE E VOLTA):

Visite os châteaux de la Loire a partir de Tours.

É recomendável que você visite, no máximo, 2 châteaux por dia. A maneira mais simples e barata é indo de carro.

 

Château de Amboise

Amboise – Esta vila renascentista aparece no meio de vinhedos e às margens do rio Loire. Sua beleza é marcante, mas não corresponde ao que se espera de uma residência real. Dominada por seu  castelo do século XV, construído no estilo gótico-renascentista por Charles VIII, Louis XII e François I. Possui jardins que inspiram a paz, na tentativa de esquecer sua história mais trágica que agradável. Aqui, em 1498 morreu Charles VIII, o rei que transformou a fortaleza em um lindo château renascentista.  Em 1560, o duque de Guise executou os conjurados huguenotes (protestantes). Cerca de 1500 homens morreram. Felizmente, Leonardo Da Vinci conheceu um ambiente mais calmo ao vir morar aqui, 4 anos antes de sua morte, a convite de François I. Ele morreu em 1519. Finalmente, seus atuais habitantes insistem em dizer que Mick Jagger adquiriu um château nas redondezas da Cidade.

Amboise fica a 35km à leste de Tours, a viagem de TER dura 00:20h.

 

Château de Luynes

Luynes – A cidade dominada pela fortaleza medieval um tanto severa e com grossas torres dos séculos XIII e XV, fica aninhada entre colinas no lado direito do rio Loire. Sabe-se que pelo menos dois reis já foram convidados para caçadas e banquetes nos domínios. O château foi fechado ao público em 2016, por não mais atender às normas de segurança. Sua adaptação seria mais cara que sua rentabilidade. Entretanto, ele pode ser visto por fora e continua lindo e medieval.

Luynes fica 11,6km à leste de Tours. Para chegar lá, pegue o ônibus da linha 50 na parada Jean Jaurès em direção a Vaugareaux(luynes) e desça em Côteaux(Luynes). A viagem dura 00:24hs.

Château Langeais

Langeais(Château) –  Dominado pela dinastia inglesa, o château cresceu sob o reinado de Ricardo Coração de Leão entre 1189 e 1199. Foi reconquistado em 1206 pela França e depois destruído pelos ingleses na guerra dos Cem anos. Do prédio dessa época ainda existe a fachada da torre principal. Em 1465, Louis XI ordenou sua reconstrução, concluída em 1469. O evento mais marcante ocorrido por aqui foi o casamento real de Charles VIII com Anne de Bretagne(14 anos), celebrado em 6 de dezembro de 1491 às 7 horas da manhã. O domínio de Langeais como propriedade da França permaneceu até o reino de Louis XIII. Depois disso, pertenceu a diferentes famílias, foi abandonado durante a Revolução e até ameaçado de demolição.

Langeais fica a 65km à leste de Tours. A viagem dura 00:16h de TER.

Jardim de Villandry

Villandry(Château)Situado ao longo da margem esquerda do rio Cher, sua construção data do século XVIII. Os 6 jardins de Villandry são únicos em toda a França. Eles foram reconstituídos em 1910 por seu proprietário Doutor Carvallo, e mantiveram seus traços originais, como eram no século XVI.  Seus motivos geométricos parecem existir por um único motivo, o prazer dos olhos. Os jardins e o parque estão inscritos como patrimônio da UNESCO.

Tours fica a 18km de Villandry. O TER gasta 19 minutos para chegar até Druye, e de lá, pegue um taxi que o deixará em Villandry em 6 minutos (5,6km).

Todas as sextas e sábados um ônibus faz o trajeto que liga Tours – Villandry – Azay-le-Rideau, 3 vêzes por dia. Nos meses de julho/agosto, o ônibus circula todos os dias.

Château d’Ussé

Ussé(Château) – O primeiro senhor de Ussé era um chefe viking, Guelduin I de Saumur, chamado de o diabo de Saumur. Ele construiu a primeira fortaleza de madeira às margens do rio Indre, em 1004. Seu filho Guelduin II iniciou em 1040 a construção do primeiro château em pedra.  Em 1099, Olivier d’Ussé era o senhor do lugar. Sua arquitetura final foi definida entre os séculos XV e XVII. Este castelo lembra, irresistivelmente, o mundo da Bela Adormecida.

Tours fica a 33km do Château d’Ussé. Para chegar lá, pegue o TER em Tours até Rivarennes Quincay e de lá pegue um taxi até o Château(11km). A viagem dura 00:24h.

Quer fazer diferente? Alugue uma bicicleta, leve-a no trem entre Tours e Langeais e termine seu trajeto até Ussé de bicicleta, pela margem esquerda do rio Indre. Uma aventura e tanto!

Azay-le-Rideau(Château) –  O primeiro château medieval foi construído nos arredores de Azay em 1119, pelo cavaleiro do rei Philippe Auguste, Ridel d’Azay, com o objetivo de ser uma fortaleza defensiva entre Tours e Chinon. O château foi queimado pelo rei Charles VII em 1418 quando provocado por tropas borgonhesas que ocupavam o lugar. O capitão e 350 soldados foram executados. A vila conservou até o século XVIII o nome de Azay-le-Brûlé(Azay o queimado). Foi uma mulher que dirigiu a construção do castelo no período entre 1518 e 1529. Ele parece flutuar sobre as águas, no leito do rio Indre. Elegante e charmoso, concilia a tradição medieval  com a inovação renascentista.

Para chegar lá, pegue o TER de Tours em direção a Chinon e desça em Azay. Partindo da estação uma curta caminhada o levará ao château.

Todas as sextas e sábados um ônibus faz o trajeto que liga Tours – Villandry – Azay-le-Rideau, 3 vêzes por dia. Nos meses de julho/agosto, o ônibus circula todos os dias.

Loches –   Localizada acima do rio Indre, a cidade alta sobrevive à sombra das muralhas, enquanto a cidade baixa sobrevive ao abrigo da floresta. Sua Fortaleza  foi construída entre os séculos XI e XV. As muralhas do século XII são uma obra de arte que se mantém visível até hoje, por 2 km.  A partir do século XV, a fortaleza foi utilizada como prisão e foi assim até 1926.  Durante a Revolução Francesa, foi pilhada e destruída. Sua restauração começou em 1806, mas ainda hoje algumas partes estão em ruinas. Caminhar pela cidade é como visitar mil anos em um dia.

No meio de julho, é apresentado um espetáculo radiante de comerciantes e artesões, vestidos tradicionalmente para o Mercado dos camponeses. A vila parece ter voltado no tempo. Tudo parece tão real!

Para chegar lá pegue o TER que sai de Tours em direção a Loches, a viagem dura em torno de 01:00h.

Chinon –  A capital de Rabelais não poderia se contentar com um château qualquer. Ela possui uma das mais irresistíveis fortalezas da Idade Média, dominando o rio Vienne do alto de sua montanha.  O château foi abandonado desde a época de Richelieu e seus muros estão reduzidos ao estado de ruina. A velha vila com suas ruelas, sua ponte de pedras e a praça Grand-Carroi, parecem ter parado no tempo em que Joana d’Arc veio encontrar o futuro rei Charles VII para lhe  falar da Reconquista do reino, como ordenara o rei dos Céus.  Chinon é famosa por seu vinho frutado com cheiro de framboesa.

Para chegar lá, pegue o TER de Tours à Chinon. Uma caminhada de 15 minutos o deixará no château ou pegue o ônibus urbano.

Fontevraud-l’Abbaye – Essa abadia real data do século XII.  Aqui estão enterrados Henry II, Eleanor d’Aquitaine e seu filho Ricardo Coração de Leão. Napoleão a transformou numa prisão e seus últimos prisioneiros experimentaram os horrores da revolução francesa. A abadia de Westminster na Inglaterra tentou reavear os restos mortais para completar a coleção dos monarcas ingleses, mas eles viveram e morreram aqui. Então são mantidos aqui.

Para chegar lá, é necessário um carro. O lugar é inacessível por transporte comum. Fica a 68km de Tours.

SOUVENIRS:

L’Acropole –   É uma loja de presentes. Fica na 90 rue du commerce, perto da Place Plumereau.

Librairie Durandal –  Livros antigos, livros de arte, numa  pequena livraria. Se você é um amante de livros vai querer visitá-la.  Pode ser um souvernir bem original. Fica na 14 Mar foch perto da Basílica Saint-Martin.

Atelier du Change –  Esta galeria de artes situada em um edifício do século XVI na borda do rio Loire, representa muito bem a cidade de Tours. Ela expõe e vende litografia e alguns souvenirs mais exóticos. Fica na 9 rue de Châteauneuf.

QUANDO ANOITECE:

Quando anoitece, a maior parte dos moradores vai dormir.

Chez Nello – Este Cabaret funciona às sextas e sábados, com jantar e espetáculo a partir das 19:45h. Fica na 8 rue Auguste Chevallier. A partir de 72 euros.

COMO CHEGAR:

Tours fica no Val de Loire , a 246Km de Paris. Partindo da estação PARIS GARE MONTPARNASSE 1 ET 2, o TGV gasta 1:20h até Tours.

Blois fica a 65 Km de Tours e a viagem de TER dura 00:37h até a estação de Blois.

Orleans  fica a 118 Km de Tours e a viagem de ônibus  dura 1:15hs até Orleans.

Dijon fica a 424km de Tours e a viagem de TER dura 4:57h até o Dijon Ville.

QUANDO IR:

O clima do Val de Loire é fresco durante todo o ano. No verão, estação que vai de junho a agosto, a quantidade de turistas é muito grande.

Os períodos entre abril e maio, ou de setembro a outubro, são sempre os melhores para a visitação.

Em maio tem a festa das flores, Corso Fleuri.

Em junho/julho tem as festas musicais de Touraine.

Em 11 de novembro tem a peregrinação de Saint-Martin.

ONDE FICAR:

Mercure Tours Centre Gare et Congrès – O Mercure Tours Centre possui uma localização ideal no centro de Tours, a apenas 5 minutos a pé da Estação de Trem de Tours, do Centro de Congressos Vinci e do Posto de Turismo. Fica na 29 rue Edouard  Vaillant. Diárias a partir de 125 euros.

ibis Styles Tours CentreNo coração de Tours, o ibis encontra-se a menos de 2 km da Université François Rabelais e Palais des Congrès. A Catedral de Tours e o Parque de Exposições estão a menos de 3km do hotel. Café da manhã incluído. Fica na 4 Place de la Libertè. Diárias à partir de 77 euros.

Hôtel Mirabeau – Fica a 5 minutos a pé da estação de trem, da catedral e do posto de turismo. Os quartos possuem vista para o jardim ou para a cidade. Fica na 89 Bis Boulevard Heurteloup. Diárias a partir de 70 euros.

 Não tem hotel mais barato? Tem.

Séjours & Affaires Tours Léonard De Vinci –  O hotel está situado no coração da cidade, próximo da estação ferroviária central e do Centre International de Congrès Vinci. Fica na 1 place Francois Truffaut. Diárias a partir de 50 euros.

ONDE COMER:

Tours, a cidade dos 30 mercados e ocupam quase todos os bairros. Possui uma reputação gastronômica a zelar e acompanhada dos vinhos do Val de Loire, o queijo de cabra de  Saint-Moure, um AOC desde 1990, confirmam o que já dizia Rabelais sobre as  “doçuras de Tours”.

Na cidade culinária você não pode perder o Rillettes de Tours, um preparado de carne de porco de origem geográfica controlada ou os Rillons(Torresmo).  Para sobremesa Nougats de Tours(bolo com uma cobertura açucarada de amêndoas colocadas por cima de frutas cristalizadas).

A place Plumereau está rodeada de restaurantes, cafés, creperias, bares e pubs.

La  Roche Le Roy – Restaurante com uma refinada cozinha da estação.  O cardápio com poucas opções é compensado pelos pratos diferenciados que satisfaz os paladares mais exigentes. Deixa uma excelente lembrança gustativa. Fica na 55 Route de Saint-Avertin. Menu a partir de 37 euros.

La Maison des Halles –  Restaurante acolhedor, pratos suculentos. Aproveite entre amigos. Fica na 19 Place des Halles. Menu a partir de 20 euros.

Tem mais barato? Tem.

Le bistrot de la Tranchée – Este pequeno restaurante localizado no centro de Tours possui um cardápio simples de produtos frescos muito bem preparados. Na carta de vinhos, predominam os vinhos italianos. Fica na 19 rue de la Monnaie. Menu a partir de 15 euros.

Bon appétit!!!



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Conheci a França através dos livros e descobri que este país é, por si só, um exemplar admirável. Desses que te hipnotizam da primeira página ao último ponto. Violento e delicado, por vezes há um toque de conto de fadas. Pura emoção.

A história francesa é o cenário principal da narrativa com suas coerências e paradoxos, glórias e fracassos. Registre!!! A leitura mágica me transportou para tempos remotos e contemporâneos.

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